quarta-feira, 26 de agosto de 2015

IoT é a maior aposta para o setor de mineração

IoT é a maior aposta para o setor de mineração

Empresa desenvolveu solução que é capaz de provocar a parada de um caminhão para evitar acidente com empregados da mineradora
Segundo o IDC, o mercado global de Internet das Coisas (IoT) deve crescer de US$ 655,8 bilhões em 2014 para US$ 1,7 trilhão em 2020. Uma das empresas que deverá contribuir para que essa previsão seja alcançada é a Tata Consultancy Services (TCS), empresa líder em serviços de TI, consultoria e soluções de negócios, que está desenvolvendo novas tecnologias para o setor de mineração baseadas na "Internet das Coisas".

Uma das novidades já em fase de testes é a gestão de equipamentos e veículos conectados para minimizar o número de acidentes em um campo de mineração. Um item de trabalho obrigatório, como capacete, luva ou bota, pode ser conectado aos caminhões para emitir alertas sonoros quando existir algum risco e, até mesmo, provocar a parada imediata do veículo, evitando acidentes graves como atropelamentos nos postos de trabalho. Além de zelar pelo bem-estar dos empregados, a inovação tecnológica ainda evita o prejuízo financeiro que é gerado quando a mineradora é forçada a paralisar suas atividades, já que as perdas são superiores a 1,5 milhão de dólares por dia parado em um campo.

“Estamos investindo pesado no programa TCS Connected Universe onde oferecemos a implementação de aplicações baseadas em Internet das Coisas para as organizações dos mais diferentes setores de mineração a saúde, seguro e manufatura”, explica Henry Manzano, CEO para América Latina da TCS.

Outra solução projetada e desenvolvida pela TCS especialmente para as mineradoras é um sistema de comunicação via rede Wi-Fi gratuita, de frequência média e à prova de falhas que funciona até mesmo no subsolo. Sua utilização aumenta a segurança das equipes de trabalho no subsolo, pois fornece comunicações ininterruptas e confiáveis, apesar das difíceis condições ambientais das minas. Além disso, também ajuda os operadores de superfície a localizar e se comunicar com os mineiros subterrâneos no caso de eventuais catástrofes.

“Colocamos ao alcance dos nossos clientes todas as novidades tecnológicas que,além de evitarem acidentes e prejuízos, ainda aumentam a segurança, eficiência e consequentemente o faturamento das companhias”, explica Manzano.

Dados de mercado apontam que hoje as mineradoras investem cerca de 25 bilhões de dólares em Tecnologia da Informação (IT) e Tecnologia das Operações (OT) em todo o mundo. A América Latina é responsável por quase 2 bilhões de dólares desse montante.

As unidades Engineering and Industrial Services e Digital Enterprise Solution da TCS desenvolveram em parceria diversas ofertas relevantes aos clientes de mineração e manufatura, com o objetivo de alcançar otimização, integração, e endereçar prioridades relacionadas a saúde e segurança.

A companhia fez progressos significativos ao dar suporte a seus clientes em sua convergência de IT-OT, uma prioridade para a maior parte das empresas de mineração. Atualmente a TCS presta consultoria a 26 postos de mineração no Brasil, fornece soluções e consultoria para diversas empresas do setor na América Latina e atende as maiores companhias de mineração do mundo.


Fonte: The Emagazine

Usuários do Pinterest e Insta dobraram em 3 anos

Usuários do Pinterest e Insta dobraram em 3 anos

As redes sociais estão se tornando extremamente popular entre usuários do mundo inteiro, muito antes do Facebook a “moda” se popularizou ao redor do globo. Atualmente existem diversas opções para as pessoas, como o Instagram e Twitter. No caso da rede de fotografia, ela também se estende aos lucros do Facebook, já que há alguns anos a companhia de Mark Zuckerberg comprou o serviço por US$ 1 bilhão.

Recentemente foi realizada uma pesquisa pelo centro de pesquisas Pew Research, e foi revelado que o número de usuários do Instagram e Pinterest aumentou consideravelmente em três anos. Entre 2012 e 2015 o número dobrou, e para descobrir um pouco mais a equipe da pesquisa fez uma entrevista com mais de duas mil pessoas.

De acordo com as informações, cerca de 85% das pessoas utilizam internet e 67% preferem utilizar smartphones para navegar na rede. Nessa pesquisa a preferência ficou do lado do Pinterest, que não é tão popular no Brasil. A rede ficou com 31% da preferência, enquanto o Instagram ficou com 28%.

Ambas as redes cresceram consideravelmente nos últimos anos, em 2012 esses números eram de 15% para o Pinterest e 13% para o Instagram. É claro que a maior de todas também cresceu muito; 72% dos entrevistados confirmaram que utilizam o Facebook, há três anos eram 67%.

Porém, enquanto algumas crescem, outras diminuem. O Linkedin acabou perdendo usuários da sua base nesses últimos anos. Em questão de engajamento, o Facebook é o maior de todos, 7 de 10 pessoas afirmaram que usam a rede social diariamente. Logo em seguida ficou o Instagram e o Twitter.


Fonte: The Emagazine

Como engajar o público feminino no m-commerce

Como engajar o público feminino no m-commerce

Pesquisas recentes indicam que é crescente o número de mulheres que aderem às compras virtuais via dispositivos móveis, e que o público feminino já representa uma fatia relevante desse mercado.
De acordo com o Relatório Webshoppers 2015, realizado pelo E-bit, mais da metade (57%) dos consumidores de m-commerce no Brasil são mulheres, em sua maioria (39%) com idade entre os 35 e 49 anos.

Além disso, segundo a pesquisa, as categorias que mais vendem no m-commerce têm relação com o público feminino: Cosméticos, Perfumaria e Saúde (17,4%), Moda (15%) e Eletrodomésticos (11,1%). Estudo da Forrester Research divulgado em outubro de 2014 indica que os produtos mais comprados pelas mulheres via sites móveis são: livros (33%), itens de moda (32%), sapatos (30%) cosméticos (26%) e computadores (26%).

César Bonadio, CEO da Viewit Mobile (Viewit.com.br), empresa especializada na migração de sites desktop para sites móveis, dá algumas dicas para tornar o mobile site atraente para as consumidoras:

• Ofereça produtos relacionados: É interessante pensar na compra com um todo, e não somente de um produto específico. Consumidoras mulheres tendem a considerar a compra de produtos relacionados ao primeiro item, desde que sejam apresentados da forma correta e com os benefícios que indicam a qualidade. No caso das categorias Cosméticos/Perfumaria e Moda, por exemplo, é possível sugerir “looks” ou produtos de beleza que tenham relação com o primeiro item adquirido. Em outras categorias pode ser mais desafiador estabelecer relação entre diferentes produtos, mas vale a pena considerar, pois isso cria empatia com o site e estimula a cliente a comprar mais.

• Aposte na recomendação: As mulheres costumam valorizar bastante a opinião das amigas e conhecidas que já usaram um determinado produto. Pesquisa da MineWhat divulgada no final de 2014 indicou que, para as mulheres, exibir avaliações de clientes é algo essencial para um e-commerce. Por isso, é recomendável dar destaque aos depoimentos ou opiniões de consumidores anteriores. Relatos ou notas positivas sobre um creme para o rosto, um produto para os cabelos ou um eletroeletrônico, por exemplo, têm grandes chances de ajudar a potencializar as vendas.

• Invista em conteúdo segmentado: Criar um canal com conteúdo voltado para o público feminino também pode ser uma boa ideia. Uma alternativa seria um blog temas que despertam o interesse dessa audiência, sempre fazendo conexão com produtos vendidos no m-commerce. Conteúdo relevante ajuda a engajar as consumidoras, que passam a ser simpatizantes da marca ou empresa, deixando de utilizar o site exclusivamente para compras. Outra opção é a criação de fóruns temáticos onde as consumidoras possam interagir e registrar impressões sobre produtos.


Fonte: The Emagazine

Orçamento do marketing digital cresce 8% em 2015

Orçamento do marketing digital cresce 8% em 2015

Orçamentos de marketing digital crescerão 8 por cento em 2015, de acordo com projeções do Gartner sobre gastos dos CMOs, a partir de uma pesquisa envolvendo seis diferentes setores: alta tecnologia, serviços financeiros, manufatura, varejo e transporte, mídia e hospitalidade.
O levantamento ouviu diretores de marketing de 315 empresas com receitas totalizando 500 milhões de dólares por ano, ou mais.

Os resultados mostram que a influência do marketing sobre os gastos com tecnologia é crescente e assim permanecerá até 2017, com CMOs programando gastar mais com novas tecnologias do que os CIOs. Na verdade, segundo as empresas ouvidas pelo Gartner, 25 por cento do seu orçamento anual foi gasto em esforços de marketing digital em 2014; e metade delas devem aumentar os orçamentos de marketing digital em 2015.

O Marketing digital tem experimentado um crescimento importante, de acordo com o estudo, com empresas começando a ter estratégias on e off mais coesas. Com isso, a adoção de tecnologia de marketing também tem crescido em várias áreas, incluindo CRM, marketing digital, banco de dados, automação de marketing, análise de clientes, marketing móvel e comércio eletrônico.

A área de Marketing é totalmente responsável pela escolha e gestão de prestadores de serviços de marketing em 83 por cento das empresas e também escolhe os fornecedores de tecnologia em 71 por cento delas. O alcance da influêcia se estende ao software, com 75 por cento das empresas relatando que o marketing controla o orçamento para consultoria e design de software relacionados com o marketing; 47 por cento das empresas afirmaram que o marketing controla o orçamento para a aquisição de software como serviço (SaaS), enquanto 43 por cento responderam que o seu orçamento de marketing estende-se à hospedagem externa de tecnologia para rodar software relacionado com marketing.

Marketing significa dinheiro

Parte da mudança vem do fato de que os sites agora são mais do que meros destinos para aprender mais sobre uma empresa ou produto, de acordo com Chris Vennitti, vice-presidente de HireStrategy. Os sites se tornaram máquinas de geração de receita e, com isso, um monte de novas responsabilidades foi parar sobre os ombros das equipes de marketing. Isto é especialmente importante diante do crescimento do marketing móvel e da publicidade segmentada.

O crescimento na publicidade segmentada pode ser associado ao fato de que os sites das empresas precisam ser fortemente focados na experiência do cliente, de acordo com a Gartner. "A experiência do usuário final é considerada por muitas empresas driver do projeto de inovação, superando por pouco a inovação de produtos", diz Jake Sorofman, diretor de pesquisa do Gartner.

O que isso significa para TI?

Bem, na opinião do Gartner, o futuro da TI provavelmente envolverá maior colaboração com marketing. "Os profissionais de tecnologia se tornarão mais responsáveis pela condução dos negócios e pela geração de receita, em vez de apenas apoiar o crescimento das empresas", diz Vennitti.

"Iniciativas de TI serão cada vez mais baseadas na necessidade de trabalhar lado a lado com o marketing, desenvolvendo novos produtos, em vez de apenas desenvolver os sistemas que favoreçam o negócio."

E quanto à relação entre CMOs e CIOs?

Ainda de acordo com o Gartner, a relação entre os CIOs e os CMOs envolverá uma colaboração muito maior. "Esses profissionais já começaram a trabalhar de forma mais colaborativa", salienta Vennitti, uma vez que o crescimento nos orçamentos de tecnologia de marketing começou em 2011. "Há um monte de profissionais da área de TI com reporte matricial para o CIO e o CMO, o que ajuda a impulsionar novas ideias de design de produto e promove o crescimento", completa.

Além disso, muitas empresas já aprenderam que o uso de novas tecnologias e de software aumenta o risco de violações de dados e de ataques. "É mais difícil manter o controle sobre as medidas de segurança e sobre os processos de gestão de risco com outros departamentos assumindo o orçamento com aquisição de tecnologia", diz Vennitti.

No passado, sempre foi responsabilidade da TI assegurar que a empresa permaneceria segura, mas isso tem mudado com a maior penetração da tecnologia na empresa. É difícil supervisionar o uso digital da empregado no nível individual, ao delegar para outras equipes a adotação de um novo software. Por isso, será preciso aumentar o foco em gestão de riscos na área de marketing. Oportunidade que deve ser aproveitada pelo CIO para melhorar o relacionamento com o CMO, garantindo que a área de marketing tem as ferramentas de que necessita para permanecer segura.


Fonte: The Emagazine

6 dicas para otimizar a experiência de pagamento

6 dicas para otimizar a experiência de pagamento

Um e-commerce não é simplesmente uma loja virtual, mas sim um negócio dentro de um nicho, faz parte de um mercado de prestação de serviços online que não para de crescer.
De acordo com o E-bit, este mercado movimentou apenas no Brasil um montante relativo a mais de 35 bilhões de reais em 2014 - e isto é só o começo, pois o consumidor brasileiro apenas começou a incorporar as compras virtuais em sua rotina. É por isso que os empreendedores precisam estar atentos à qualidade do serviço que estão prestando para o consumidor.

Em outras palavras: não basta apenas estar preparado tecnicamente, nem somente ter bons produtos. É preciso proporcionar a melhor experiência, desde a apresentação dos produtos até o checkout – este é, aliás, um momento crucial: de acordo com um estudo do Baymard Institute, 69% dos usuários abandonam o carrinho na hora de fechar a compra. E é justamente sobre isto que vamos conversar neste post.

O processo de pagamento da sua loja virtual não deve ser tratado de forma superficial, um mero momento de autorização e captura da transação financeira. Ele é um momento decisivo para maximização da conversão, é uma fonte de receitas, e é uma boa oportunidade para atrair e reter clientes. Veja, a seguir, seis pontos que você deve prestar atenção:

1. Segurança

Um dos principais requisitos que você deve dar atenção na hora de contratar um prestador de serviços de pagamento é a segurança. Para isso, veja, por exemplo, se a empresa fornecedora possui a certificação PCI, que é um padrão da indústria de pagamentos. Se ela for certificada, significa que possui a segurança necessária para lidar com os dados de cartões de crédito e outras formas de pagamento virtual e possui estrutura tecnológica para diminuir ao máximo o risco de fraudes.

Outro aspecto importante a ser ressaltado é a maneira na qual é feita a gestão de risco. Uma gestão de risco que se preocupa somente com a redução do risco de fraude ou chargebacks, pode afetar seriamente as taxas de aprovação das transações por cartão de crédito e assim comprometer a receita do e-commerce. Ferramentas modernas de gestão de risco são capazes de gerenciar o nível de chargebacks de maneira totalmente automatizada e em tempo real, assim reduzindo o risco de fraude para o estabelecimento, mas ao mesmo tempo evitando os falsos positivos, ou seja, evitando que bons compradores sejam bloqueados desnecessariamente. As novas ferramentas de risco se tornam um aliado importante para o e-commerce, pois não somente previnem o risco de fraude, mas também ajudam a otimizar os custos internos e gerar receitas adicionais através de uma gestão de risco muito mais eficiente.

2. Operação

Normalmente, quando se trata de pagamentos online, os empreendedores concentram os esforços na página de pagamento, mas ela é só a ponta do iceberg. Entenda: você precisa aprofundar a análise em relação a tudo que compõe a estratégia de pagamento do seu e-commerce. Além de oferecer comodidades como estorno online ou ‘one click payment’ - para aproveitar as compras por impulso -, por exemplo, é preciso estar atento à integração técnica, com os métodos de pagamento adequados de acordo com o perfil do público-alvo (poder aquisitivo, hábitos de consumo, comportamento de compra e ticket médio etc), e com a análise de riscos.
Plataformas de pagamento modernas oferecem uma ampla gama de funcionalidades destinadas a tornar a operação de e-commerce mais eficiente através da simplificação e automatização de processos manuais. Ainda hoje grandes operações de e-commerce gastam muito tempo no atendimento de demandas básicas de clientes, como o estorno de uma compra, dúvidas sobre o status de pagamento de um produto ou na resolução de problemas no momento da compra. Muitas vezes as equipes das empresas de e-commerce não possuem dados suficientes ou processos otimizados para lidar com as demandas da nova geração de clientes, muito mais impulsiva e que espera satisfação imediata de seus desejos de consumo.

Portanto a possibilidade de atender as diversas demandas dos clientes através de uma única plataforma e com informações detalhadas sobre as compras efetuadas pelos clientes se tornam cruciais para o sucesso da operação de e-commerce.

3. Performance

O ponto principal quando falamos de performance é conseguir medir a performance de todos os players envolvidos no processo de pagamento. Será que o tempo de resposta do adquirente para a aprovação da transação é bom a ponto do cliente não desistir da compra online? E, caso o cliente tenha sua transação recusada, como a plataforma age para não perdê-lo imediatamente? Entender o tempo de resposta da plataforma para cada fase do funil, desde a escolha dos produtos até a transação, para corrigir possíveis gaps em tempo, fará toda a diferença na hora do cliente voltar a comprar. Por exemplo, se uma transação de cartão é recusada, quais opções o e-commerce possui para evitar a perda da venda? Em caso de problemas do lado do adquirente, a plataforma de pagamentos poderia rotear a transação para outro adquirente. Caso o problema esteja do lado do comprador, a plataforma poderia sugerir um meio de pagamento alternativo ou mesmo re-tentar a mesma transação com base no código de erro apresentado pelo adquirente. Ou seja, a maneira como é tratada cada situação pode determinar se uma venda é efetuada ou não.

Mas a performance deve ser tratada com zelo tanto no back-end quanto no front-end. No front-end, a interface que o cliente visualiza na loja online, é preciso otimizar o design da página de pagamento para tornar o processo de pagamentos simples e confortável para o comprador. Plataformas de pagamento modernas, permitem que o lojista experimente diversas configurações da página de pagamento e as teste simultaneamente para avaliar qual traz o melhor nível de conversão em vendas. Lembrando que quanto mais tempo o consumidor levar para finalizar a compra, maior é a probabilidade de que ele abandone o carrinho. Ou seja, a hora do pagamento é de fato o "moment of truth" do processo de venda e deve ser tratado com a máxima atenção por parte do lojista.

4. Multicanalidade

A multicanalidade já é o presente. Todo mundo hoje tem ferramentas para buscar produtos e serviços da maneira que quiser (e-commerce, lojas físicas, dispositivos móveis dentro de lojas físicas etc.), portanto, o consumidor JÁ é multicanal e a decisão de compra está em suas mãos. Isso significa que é preciso transformar essa experiência de compra dos diversos canais num processo unificado. O consumidor precisa identificar a loja como uma coisa só.

Comprar um produto no e-commerce e retirar na loja não é necessariamente compra multicanal, isso é apenas uma integração logística. Multicanalidade é unificar todos os processos de backoffice, de modo que, ao atender um cliente na loja física, você consiga obter todas as informações relativas às suas compras no e-commerce e vice-versa, tratando aquela pessoa de forma única em todos os canais.

5. Conversão

Em relação a pagamentos, conversão refere-se ao percentual de compras efetuadas a partir do momento em que o consumidor se encontra na página de pagamentos ou no check-out da loja. Como mencionamos acima, este é o momento mais crítico da venda e a loja deve tomar todos os cuidados para torná-lo o mais simples e agradável possível. Aspectos importantes neste processo são itens como: o layout da página de pagamentos que deve facilitar a navegação do potencial comprador; a escolha de meios de pagamento que deve ser adequada à preferência dos clientes da loja; o número de passos a serem completados antes que possa ser efetuado o pagamento; a disponibilidade do pagamento em um clique para clientes frequentes; e outros aspectos que podem impactar seriamente a taxa de conversão da loja online.

Porém é importante ressaltar que a taxa de conversão de uma loja depende também de fatores que não são visíveis ao comprador. Alguns exemplos disso são o roteamento de transações a vários adquirentes para evitar perdas na conversão por falhas dos adquirentes, a re-tentativa de pagamentos recusados ou mesmo a gestão de risco inteligente, conforme mencionado anteriormente.
Até mesmo a forma como o e-commerce está cadastrado no banco adquirente (código de estabelecimento, motivo de existir) pode afetar as taxas de conversão na operação de e-commerce. Por exemplo, se a sua loja virtual tem um modelo de assinatura, as transações são enviadas sem o código de segurança do cartão de crédito, ou CVV. Para que esta prática não impacte na sua conversão, é preciso tê-la acordada previamente tanto com o banco adquirente quanto com o banco emissor. Assim, o volume de aprovações não será prejudicado por desencontros de parametrizações.

6. Conciliação bancária

Por fim, um último ponto que precisa ser considerado é a conciliação, algo muito complexo no Brasil.

Assim, independente do método de conciliação ou do canal de venda, é preciso ter um relatório centralizado. Ou seja, num mesmo arquivo, ter informações de cartões de crédito, cartão de crédito parcelado e tantas outras formas de pagamento que podem ser oferecidas, para, por exemplo, mostrar a uma auditoria fiscal que o relatório recebido do banco adquirente é igual aos valores que estão na conta corrente.

Resumindo: há muitas variações no comportamento de uma transação que devem ser analisadas. É por isso que a ferramenta de pagamentos deve proporcionar análises detalhadas de todos os parâmetros da transação, desde o momento em que ela é iniciada até a liquidação dos fundos, possíveis estornos etc., em um único relatório.

Todos os esforços de marketing, incluindo o investimento, que muitas vezes representa uma grande parcela dos recursos do seu negócio, podem ir por água abaixo justamente na parte mais estreita do funil de vendas: o pagamento. É por isso que você deve dar uma atenção extrema para o momento do checkout. Para que este cuidado não seja superficial e traga surpresas desagradáveis ou emperre as suas vendas, é preciso escolher bem o seu parceiro ou sua ferramenta de pagamentos.


Fonte: The Emagazine

“Facebook Media” chega para os brasileiros

“Facebook Media” chega para os brasileiros

O Brasil recebeu a versão PT do portal totalmente direcionado aos profissionais de mídia: o Facebook Media, funciona como um local  para treinamento gratuito, pois assim, mais empresas terão acesso a ferramentas e informações  para melhorar sua presença na rede social.

Antes do Facebook Media, o Facebook trabalhava com grandes grupos de comunicação, atletas e artistas de forma personalizada. “Agora é hora de escalar para o mercado inteiro”, comenta Olivalves. O País foi escolhido pela quantidade de brasileiros presentes na plataforma e pela demanda dos profissionais.


Fonte: Digitalks

Entendendo a atribuição mobile: como medir o alcance das campanhas?

Entendendo a atribuição mobile: como medir o alcance das campanhas?

É um mundo complexo e fragmentado. A jornada de compra do consumidor migra facilmente do desktop para o mobile e do mobile para canais off-line em um processo quase cíclico e medir a contribuição de todos esses touch points ficou complicado demais. Mas verdade seja dita, uma dessas plataformas tem ganhado bastante terreno ultimamente: mobile.

Mas enquanto está acontecendo uma revolução mobile lá fora, você já reparou que algumas marcas ainda não entenderam o que isso significa? Os profissionais de marketing sabem que os consumidores estão em seus smartphones e tablets 24h por dia e que esse uso só tende a crescer, mas ainda tem muita coisa nebulosa nesse universo, especialmente quando falamos de atribuição e como medir o sucesso das campanhas mobile do jeito certo.

O usuário hoje em dia tem vários dispositivos para se engajar com as marcas e, sem um método universal para rastrear as campanhas em todos eles, a eficácia das ações em mobile podem acabar sendo sub-mapeadas ou mesmo desvalorizadas. Já temos alguns recursos que podem ser utilizados na hora de mensurar campanhas – dados de mobile payment ou cupons de desconto, por exemplo – mas muitos deles ainda estão amadurecendo, sem padrões claros de como serem usados.

Então, vemos que o buraco está mais embaixo quando falamos em entregar mensuração em larga escala, especialmente quando as marcas estiverem buscando atingir as audiências que estão na parte de cima do funil de compra, onde a pessoa ainda não está lá muito propensa a comprar. O atual método de medir através de cookies não faz rastreamento cross-device ou em ambientes mobile (de mobile web para apps, por exemplo). Isso significa que se um usuário vê um banner em um smartphone e depois realizar uma conversão em um tablete ou desktop, o pixel não dará o devido crédito.

Além desse problema, também é difícil para as marcas rastrear a influência digital nas conversões off-line: um consumidor pode ter visto um anúncio em seu celular e corrido para uma loja para comprar o produto, mas o crédito dessa venda não terá sido atribuído ao canal certo a menos que haja um mecanismo de tracking que una uma ponta a outra.

Mas apesar de as inovações em atribuição mobile estarem engatinhando, há algumas boas práticas que você pode adotar para determinar o impacto que o mobile tem sobre o mix de marketing de uma maneira geral.

Adote um modelo de atribuição cross device

O mercado está a todo vapor trabalhando para resolver o desafio de atribuir o peso dos canais mobile desenvolvendo soluções de targeting cross device. Antes dos dispositivos móveis virarem moda, a atribuição estava mais focada em distribuir os créditos para além do último touch point. Hoje em dia, precisamos ir mais longe e incorporar todos os dispositivos em um modelo de atribuição, que pode ter deficiências em escala, combinações de dados e algoritmos, mas, ainda assim, é o método mais preciso.

Use mobile payments, cupons ou QR Codes

Mobile payments, cupons ou QR codes podem ser rastreados de maneira mais eficiente, algo que é bastante válido se o objetivo de sua campanha é mais focado no ROI. Ao integrar essas táticas à sua plataforma de marketing mobile, você pode gastar sua verba de maneira mais inteligente.

Dados de geolocalização

Usar dados de geolocalização para determinar o impacto do mobile marketing no off-line e nas conversões feitas nas lojas é outra tática efetiva. Algumas empresas estão fazendo isso ao agregar todos os dispositivos móveis alcançados durante uma campanha e analisando quantos deles forneceram algum tipo de localização específica.

A alta demanda por atribuição mobile só cairá nas graças do marketing quando o mobile payment e outras formas de engajamento in-store aumentarem e, também, na medida em que mais dinheiro por investido em mobile devices. Isso faz com que empresas que trabalham com atribuição busquem aperfeiçoar suas tecnologias de mensuração cross-device. Nesse ponto, não tem fórmula mágica, pois é preciso estar constantemente testando métodos e inovando para chegar mais perto de uma solução efetiva.


Fonte: EcommerceBrasil

A importância do uso de ferramentas de analytics para o varejo físico

A importância do uso de ferramentas de analytics para o varejo físico

Mensurar todas as operações foi, por muito tempo, uma das maiores vantagens do comércio eletrônico em relação ao varejo tradicional. No e-commerce tudo é passível de monitoramento: número de visitantes presentes no portal, a quantidade de pedidos, o abandono de carrinhos e até mesmo o alcance de ações de marketing.

Entretanto, o físico também demanda isso. O avanço da tecnologia trouxe inteligência para o varejo tradicional. Agora, varejistas presentes no ambiente off-line conseguem extrair diversas métricas para fazer análises e tomar decisões estratégicas assertivas. A questão agora é saber como fazer e quais ferramentas utilizar.

A importância de ter métricas para avaliar os consumidores e seus hábitos para elaborar melhores estratégias para aumentar o fluxo, além da taxa de conversão, é fundamental. Todo diretor comercial e executivos de marketing precisam de dados com inteligência para tomar decisões mais assertivas.

E nesse momento de crise, quando muito se fala sobre como aumentar a taxa de conversão e diminuir os custos operacionais, o uso de métricas no varejo tradicional se torna essencial. Todo gestor precisa observar os seguintes fatores:

Contagem de visitantes

É a primeira etapa para incluir inteligência a operação de uma loja física. Já existem no mercado equipamentos que monitoram com precisão o fluxo de visitantes de uma loja. Atualmente, é imprescindível para qualquer negócio saber quantas pessoas entram no estabelecimento.

Taxa de atratividade

A divisão entre a quantidade de pessoas que realmente entraram no comércio e o número total das que passaram em frente indica a eficiência da vitrine e da fachada do empreendimento. Quanto maior esse índice for, melhor será o desempenho da loja.

Tempo de visitação

Depois de atrair os clientes, é preciso retê-lo na loja para aproveitar as promoções. O monitoramento constante mostra a permanência das pessoas na loja. Assim, é possível treinar vendedores para garantir que a visita se transforme em compra efetuada.

Definição de zonas quentes

É possível realizar um mapa de calor do estabelecimento, indicando quais áreas são mais visitadas. Esta informação praticamente redefine o desenho da loja, colocando promoções literalmente no caminho do consumidor.

Taxa de conversão

Por fim, o lojista pode combinar o número de visitantes com o total de compras efetuadas para extrair a conversão do comércio e conferir se o número de vendas está semelhante ao índice de clientes que entraram no local.

Com dados qualificados é possível não só elaborar melhores estratégias para aumentar a taxa de conversão das lojas, mas também direcionar melhor as ações de marketing. Em momentos de desaceleração da economia e, consequentemente, da intenção de compra do consumidor, otimizar a gestão se torna mais do que necessária.


Fonte: EcommerceBrasil

Consumo digital decola paralelo à retração econômica

Consumo digital decola paralelo à retração econômica

Se há um setor que, definitivamente, não entrou na lista da crise, este atende pelo nome de e-commerce, que deve fechar 2015 com um surpreendente faturamento de R$ 41 bilhões, segundo o e-Bit. A necessidade aliada ao vício de teclar e ficar antenado a tudo o tempo todo, está fazendo o brasileiro descobrir um novo meio de consumir, por meio dos aplicativos, sobretudo de produtos e serviços. Se depender dos números, as empresas podem se preparar para atender esse público potencial de consumo digital: no ano passado foram vendidos no Brasil mais de 50 milhões de smartphones e hoje mais da metade da população está conectada à internet.

De acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações, a Anatel, a cada segundo a empresa registra 1,8 novo pedido para acionar linha de internet. São 180 milhões de conexões ativas, número que não representa o total absoluto de conectados, já que muitas pessoas têm múltiplos acessos à rede mundial de computadores, seja em casa, no trabalho, pelo celular ou pelo tablet. Se continuarmos nesse ritmo, o Brasil deverá ultrapassar este ano o Japão e se tornar o 4º país com o maior número de acessos à rede. Serão 107,7 milhões de usuários, conforme projeções da consultoria eMarketer, número que deve chegar a 126 milhões em 2018.

Esse boom da internet é que fez o Brasil decolar na indústria de aplicativos, que atualmente movimenta US$ 25 bilhões anuais, com expectativa de alcançar US$ 70 bilhões em 2017, de acordo com projeção do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). As duas principais app stores, Google Play e App Store, acumulam quase três milhões de softwares, onde destacam-se aplicativos de games, entretenimento, educação, lifestyle e negócios, impactando diretamente no O2O (Online to Offline). Embora o termo à primeira vista não pareça popular, ele é parte de uma operação multicanal, que se adapta às demandas de conveniência do cliente e proporciona economia de custos para as empresas, associada aos consumidores.

No entanto, ainda é muito comum associar delivery à alimentação. Não é para menos, afinal, segundo dados da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), estima-se que o setor movimente em torno de R$ 9 bilhões este ano. Embora ainda menos explorado, esse mercado é diversificado e permite realizar entregas de diferentes perfis, desde farmácias, pet shops, decoração, papelaria, artigos esportivos, lavanderia, até materiais de construção e autopeças, só para citar algumas das muitas possibilidades, que pode aproveitar a malha de 1,2 milhão de motoboys do País.

Diante deste setor ainda pouco explorado, os serviços delivery podem também ser uma boa oportunidade de negócios O2O. No Rio de Janeiro, por exemplo, é possível aproveitar a demanda dos turistas e a boa mobilidade para prestar serviços mais eficientes. Já em São Paulo, as entregas podem ser associadas à logística, prezando pelas rotas e pelo tempo de distribuição. Lembrando sempre que cumprir o prazo estabelecido entre cliente e empresa é fator decisivo para fidelizá-lo. Além disso, oferecer entrega em domicílio em horário alternativo, não comercial, é vantajoso para as empresas ampliarem a cartela de clientes, atendendo a demanda de quem deixa para resolver pendências pessoais no fim do expediente ou de madrugada.

O fato é que conforto e acessibilidade são as palavras da vida moderna. Novas plataformas surgem no mercado, inclusive com a proposta de se transforarem em um concierge pessoal de deliveries, mostrando que o consumo digital está se diversificando, se inovando e se reinventando para que nosso dia a dia seja cada vez mais prático e tenhamos mais tempo para se preocupar com o que realmente importa: ser feliz.


Fonte: EcommerceBrasil

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Mobile, tem coragem?

Mobile, tem coragem?

Todos os dias estou em contato com veículos e agências, e as mesmas perguntas sempre aparecem: “Mas e o mobile? Já existem métricas? Elas são confiáveis?”. A resposta é simplesmente: SIM e elas já existem há algum tempo. O principal fator é entender o quanto as pessoas estão dispostas ao novo desafio, pois já não há mais tempo. Estamos “atrasados” tendo em vista outros mercados tão grandes quanto o nosso país. Mas, por mais incrível que pareça, vejo “gente grande” confessando que precisa entender mais. São vários “Brasis” nesse mercado, meu caro.

Se começarmos a mensurar o universo de brasileiros que somente possuem celular, segundo a Teleco, o total de aparelhos móveis já ultrapassou a própria população há tempos. Ainda com base no instituto, a maioria já é conectada (no mínimo) com acesso 3G. Conhecendo a existência desse público, ilustro aqui alguns momentos do cotidiano atual. Desde a correria do dia a dia, onde se tropeça na calçada por responder aquela mensagem “imprescindível”, da buzina que tocou pois o carro da frente não andou ou no almoço de família com crianças quietinhas como anjos graças aos tablets. Nesses momentos os aplicativos de mensagens e redes sociais, sites de notícias e entretenimento infantil reinam e destoam dos demais conteúdos. Entre as propriedades nas quais a audiência do mobile ultrapassou a audiência desktop, muitas delas se destacam em visitantes únicos para notícias e tempo navegado para conteúdo infantil.

Com alguns desses exemplos na mesa, já temos métricas de audiência em dispositivos móveis e por tipo de dispositivo (entre smartphones e tablets), por dia e país. Já temos disponível o tempo navegado por categorias de conteúdo (notícias, entretenimento, etc), audiência dos grandes portais por plataformas e o quanto dessa audiência se sobrepõe (um único usuário, mesmo que tenha acessado de mais de um dispositivo). Já contamos com a audiência por aplicativos e mensuração de publicidade em sites responsivos (design que se adapta de acordo com o dispositivo). Já temos ainda checking de campanhas rodando no online e a performance por formatos, veículo e criativo. Possuímos também a checagem da visualização da peça para formatos rodando em smartphones e tablets, e segurança de conteúdo (filtrando a veiculação para que uma peça publicitária não veicule junto a conteúdo de acidentes, por exemplo).

Em relação aos vídeos, então, nem se fala. Podemos acompanhar o momento exato em que a pessoa deixou o conteúdo (ou publicidade) ou ainda repetiu a mesma reprodução quantas vezes for. Sem falar dos likes e dos novos mercados que ele desenvolveu, como vemos empresas que “comercializam” curtidas (aliás, isso é correto?). Se existem tantas métricas assim, qual é ainda a dúvida? Mesclar com offline? Ok, a gosto do freguês, já que o assunto do momento é o online trazendo GRPs comparáveis com os de televisão. Performance em redes sociais vem seguida por uma avalanche de métricas que não necessariamente se cruzam em todos os ambientes mas são, sim, complementares.

Então, com todo esse emaranhado de métricas, apenas aposte. Aposte nas métricas atuais, mesmo que não exista um padrão. Crie padrões. Ou melhor, crie suas próprias regras. Vejo exemplos lindos de algumas grandes empresas criando conceitos bastante complexos para definir um ROI efetivo para suas campanhas baseados em estudos internacionais. Bacana ver nas agências a enorme migração dos profissionais de mídia para o setor de Business Intelligente, para traduzir em tendência o que os números crus não dizem. Sejamos menos conformados e mais desafiadores, já que o online nos permite isso.

Por que não comparar o investimento no meio mobile com um funil inteligente? O varejo está aí cheio de cases, pois aposta na criatividade e na tentativa e erro. O conceito mágico de análise não existe ainda, mas o que dá pra garantir, de olhos fechados, é que métricas mobile confiáveis existem em larga escala. Quem tem coragem de inovar? E quem tem a persistência de inovar no mobile? Se o mobile já é a evolução da internet em si, prepare-se então para a internet de todas as coisas.


Fonte: Digitalks

Crise é oportunidade: agarre com as duas mãos

Crise é oportunidade: agarre com as duas mãos














Fonte: EcommerceBrasil

10 testes para medir a qualidade da busca e navegação no seu e-commerce

10 testes para medir a qualidade da busca e navegação no seu e-commerce

Um estudo do Baymard Institute e publicado no Smashing Magazine apresenta dados bem interessantes e preocupantes sobre a qualidade da busca nos sites de e-commerce. O estudo analisou os 50 maiores sites em faturamento e concluiu que a qualidade da busca nesses sites é em muitos aspectos precária.

Sumarizando os resultados do estudo (leitura altamente recomendável!), os maiores problemas encontrados foram:

– 16% dos website não suportam a busca pelo nome e código exatos dos produtos. Muitas vezes um simples hífen “-” no termo de busca faz o site não retornar nada!
– 70% dos website não entende variações nos jargões dos produtos (e.g., “hair dryer” vs. “blow dryer”).
– 60% dos websites não suporta símbolos e abreviações.
– Apesar de autocomplete estar presente em 82% dos websites, 36% não tem boas implementações.
– Somente 40% dos websites suportam busca facetadas.

Estes foram alguns dos principais problemas achados nos 50 maiores sites! A situação em sites menores que muitas vezes usam a busca e navegação padrão na plataforma tende a ser bem pior.

Mas isso impacta mesmo a conversão?
Em conversas com administradores de e-commerces nós perguntamos quão importante eles consideram a busca e navegação no site.

A resposta: 70%!

Até 70% da capacidade do site converter vem de uma boa busca e navegação. Um site bonito atrai visitantes, mas é a facilidade de navegar e achar o que se procura que leva o visitante a concluir a compra!

Como posso testar a busca e navegação no meu site?
Através de 10 testes simples você poderá ter uma boa idéia da qualidade da sua busca e navegação. Em todos estes testes, a regra para medir a eficiência é simples: se todos os resultados na primeira página são relevantes, então a busca no site passou no teste correspondente; caso contrário, a busca deixa a desejar, e os seus clientes provavelmente não acharam o que queriam.

Por que somente olhar os resultados na primeira página?

Se o cliente não acha o que ele quer na primeira página, ele rapidamente imagina que você não vende o produto, e vai comprar de seu competidor!

Veja como está a busca e navegação no seu site efetuando os 10 testes descritos abaixo. Ao final você irá atribuir uma nota de 0 a 10 para cada teste e ver como está o desempenho do seu site.

Teste 1: Busca simples
O objetivo deste teste é medir a relevância dos resultados de buscas efetuadas utilizando um único termo e sem erro de grafia.

Faça uma busca no seu site por um termo que você como comprador faria, e veja se todos os resultados da primeira página são relevantes. Se o seu site é em um segmento específico, teste palavras conhecidas no segmento. Em um site de moda, por exemplo: camiseta, vestido, kids, blusa, sarja, algodão, etc.

Se o seu site é um marketplace que vende 2 ou mais segmentos de produtos, aí é importante ver se a busca por um termo específico de um segmento não traz erradamente também produtos de outros sementos.

Teste 2: Busca composta
Este teste visa medir a relevância da busca utilizando dois ou mais termos e sem erros de grafia, como por exemplo, camiseta branca, vestido preto, sandália couro, vestido florido, etc.

Teste seu site usando termos compostos e verifique a relevância dos resultados na primeira página. Para esse teste evite usar plural, conjunções e artigos – isso tende a causar outros erros na busca como veremos a seguir.

Teste 3: Busca com variações de número: singular e plural
O objetivo aqui é ver se a busca no seu site trata palavras no singular e plural da mesma maneira.

A busca por termos no singular e plural deve retornar exatamente os mesmos resultados. Por exemplo, vestido e vestidos, ou computador e computadores devem retornar o mesmo número de resultados e na mesma ordem de relevância. Tente vários termos no singular e plural e veja se isso acontece. Caso os resultados não sejam os mesmos, o seu site não está entendendo bem singular e plural.

É comum sites “entenderem” alguns termos no plural, mas não outros. Isso indica um método limitado de tratamento de plural, no qual o sistema entende apenas uma lista de palavras no plural, ao invés de um tratamento mais geral no qual é feito uma conversão entre singular e plural usando as regras da língua portuguesa.

Tente também combinar testes, por exemplo, usando palavras no plural e termos compostos, e.g., vestidos floridos, camisas listradas masculinas, etc.

Teste 4: Busca com variações de gênero: feminino e masculino
Este teste é usado para ver se a busca no seu site entende e consegue diferenciar palavras pelo fato de serem no gênero feminino ou masculino.

Dependendo do tipo de produtos no e-commerce, variações de gênero devem ou não ser consideradas pelo sistema de busca. A primeira pergunta a ser feita é se os produtos oferecidos no site dependem de gênero. Em um site de moda isso certamente acontece. A busca por camisa menina deve retornar resultados diferentes de camisa menino. Se a busca por camisa menina traz também produtos para meninos, isso demonstra a falta de entendimento de gênero na busca, ou a falta de atributos de gênero nos produtos. Faça o teste e veja se o seu site entende bem de gênero.

Teste 5: Busca com stopwords e caracteres especiais
O objetivo deste teste é ver se seu site entende stopwords e caracteres especiais.

Stopwords são artigos, conjunções e preposições que tornam a frase de busca mais natural, e potencialmente mais difíceis para a busca. Por exemplo, sandália couro e sandália de couro. O “de” é uma stopword. Um site que entende stopwords deve retornar os mesmos resultados para sandália couro e sandália de couro; vestido algodão e vestido de algodão; bermuda kids e bermuda para kids.

Um erro comum é o tratamento de stopwords como palavras a serem buscadas, assim sandália de couro retornaria todos os produtos que tenham a palavra “de” no título, o que certamente traria muitos produtos errados. Infelizmente isso é muito comum de acontecer.

Outra dor-de-cabeça para sistemas de busca diz respeito ao tratamento de carateres especiais como hífen, jogo-da-velha, ponto, etc. Isso é comum em termos compostos e códigos de produtos. Por exemplo, microondas vs. micro ondas vs. micro-ondas, HT-F5505K vs. HTF5505k (modelo de home theater da Samsung), protetor-solar vs. protetor solar. Esses pares de buscas devem retornar os mesmos resultados se o sistema tem um bom entendimento de caracteres especiais.

Faça o teste usando termos compostos de busca separados por artigos, conjunções e preposições, e usando termos com caracteres especiais, e veja se seu site retorna somente produtos relevantes.

Teste 6: Tratamento de sinônimos e correção ortográfica
A finalidade deste teste é ver se a busca no seu site consegue entender sinônimos comuns e termos contendo pequenos erros de grafia.

Entender sinônimos é fundamental na busca. Muitas vezes o produto está cadastrado com uma palavra que não é como o cliente pensa sobre o produto. Por exemplo: camisa/blusa; homem/masculino; mulher/feminina; sweater/cardigan/cardigã. Sistemas de busca usam listas de sinônimos para tratar tais palavras como equivalentes.

Teste estes termos no seu site e veja se os resultados são consistentes: camisa vs. blusa, blusa masculina vs. camisa para homem, camiseta para kids vs. camiseta infantil.

Quantas vezes, na pressa, digitamos palavras com erros e apertamos enter sem revisar? Muitas, certo? Quando isso acontece em uma busca por produtos, o seu site não pode deixar o cliente olhando uma tela sem resultados! Errors de grafia são muito comuns quando o som da palavra pode ser escrito de formas diferentes (e.g., blusa e bluza, calça e calsa, xícara e chícara).

Bons sites tratam isso da seguinte maneira: tentam fazer uma correção ortográfica automática, retornam os resultados usando a palavra corrigida, e em alguns casos colocam um texto na parte superior indicando que a busca está sendo feita pela palavra corrigida e não pela palavra original; e se o usuário quer mesmo buscar pela palavra original, basta clicar na mesma. O que não deve acontecer é o site não retornar nada!

Sem entrar em maiores detalhes, os métodos aplicados fazem toda a diferença. Por exemplo, pode-se “corrigir” uma palavra errada usando-se uma tabela de sinônimos (e.g., se bluza e blusa forem parte da tabela de sinônimos no sistema de busca, as duas retornarão os mesmos resultados), porém essa não é uma solução geral. A melhor solução é ter algoritmos de correção ortográfica que use dicionários próprios de cada língua.

Tente alguns termos com erros de grafia unitários (1 letra errada apenas) no seu site e veja como se sai.

Teste 7: Navegação – Mapeamento de categorias para produtos
Este teste visa avaliar a facilidade de se achar um produto começando pela homepage e clicando somente em categorias e filtros. Se isso é possível, este tipo de navegação está bem feito, o que ajuda bastante o seu cliente achar o produto desejado usando somente a navegação no site.

Por exemplo, em um site de moda conhecido, eu quis achar sapatilhas femininas. Eu cliquei na categoria Feminino, depois na sub-categoria Sapato, e por fim na sub-sub-categoria Sapatilha. Isso me trouxe 10 sapatilhas. Porém, a busca direta por sapatilha retornou 17 itens (todos relevantes). Isso indica que há 7 sapatilhas que não foram alcançáveis via navegação, provavelmente porque as mesmas estão categorizadas erradamente, ou a busca está trazendo 7 itens que não são sapatilhas.

Faça este tipo de teste no seu site e veja os resultados!

Teste 8: Navegação – Mapeamento de produtos para categorias
A finalidade deste teste é medir a facilidade de se navegar no site utilizando-se de busca e categorias. Isso só é possível se o site suporta categorias dinâmicas baseadas nos resultados da busca.

A categorização dinâmica dos resultados da busca faz com que ao fazer uma busca, que retorne, por exemplo 120 resultados, as categorias desses 120 produtos retornados são automaticamente marcadas no quadro de categorias, permitindo que você refine os resultados navegando pelas categorias e filtros existentes.

Em um site de moda feminina eu procurei por vestido sarja preto e obtive 177 resultados. As categorias marcadas automaticamente mostravam: Vestidos (52), Camisetas (32), Blusas (15), Conjuntos (14), e outras. Note que entre as categorias marcadas vieram vários outros produtos não relevantes para a busca em vestido sarja preto. Essa falta de correlação entre os termos de busca e as categorias resultantes dificulta a navegação dos resultados.

Selecione algumas buscas importantes para o seu site e veja se as categorias resultantes são consistentes e permitem ao usuário refinar os resultados.

Teste 9: Navegação – Disponibilidade e qualidade dos filtros
Este teste permite você avaliar a disponibilidade e qualidade dos filtros que o usuário pode usar para refinar os resultados obtidos via busca.

Idealmente, ao fazer uma busca, você recebe a listagem de produtos relevantes, e no quadro de categorias e filtros somente são mostradas aquelas que se aplicam aos resultados correntes da busca. No entanto isso nem sempre acontece. O mais comum de acontecer é o seguinte: você procura por camiseta feminina em um site de moda, e recebe diversos resultados. Aí na caixa de categorias, você vê o filtro Tamanho indicando as opções PP, P, M, G, GG, você clica no PP e … nada é retornado, muitas vezes com a mensagem “Esta combinação de filtros não retornou nenhum resultado!” Aí você se pergunta: “Por que então o site mostrou a opção PP se não havia nenhum produto PP?”. A resposta é simples. Em sites menos sofisticados os filtros não são continuamente atualizados com os resultados de cada busca. O mesmo problema pode ocorrer com categorias. Esse problema acaba frustrando o usuário que não consegue navegar pelos resultados da busca.

Tente isso no seu site: faça um busca e veja se as categorias e filtros disponibilizados para refinamento representam somente os resultados da busca.

Teste 10: Busca Semântica – Entendendo o significado dos termos buscados
Busca semântica é uma tecnologia que visa entender a intenção ou significado da busca, e não só tratar a busca como uma procura por palavras chaves. Isso tem o potencial de melhorar significativamente a relevância dos resultados da busca.

Por exemplo, a busca por leite em um site de supermercado delivery deveria (como esperado) trazer diferentes tipos e marcas de leite. Entretanto a primeira página de resultados trouxe achocolatado líquido, sabonete hidratante com leite, chocolate ao leite, entre outros produtos não relevantes. Leite mesmo só foi aparecer na segunda página. Infelizmente nós detectamos esse comportamento falho nos maiores sites no Brasil.

Outro exemplo interessante que achamos em um grande e-commerce de moda, foi a busca por vestido decotado. O site retorna um único resultado, um perfume! Isso porque na descrição do perfume aparecem as palavras vestido decotado. Isso indica que o site não tem um bom entendimento do tipo de produto buscado, e acaba trazendo o que casar melhor com os termos de busca.

Faça este teste no seu site. Pense em termos que representam produtos específicos, mas também podem ser encontrados dentro dos nomes de outros produtos, e veja se os resultados da busca são relevantes.

Somando seus resultados
Atributa uma nota de 0 a 10 para cada um destes testes feitos no seu e-commerce. Os resultados podem ser um pouco subjetivos, e é importante que você se ponha no papel do visitante.

Para cada teste, os resultados foram relevantes? Ajudaram o usuário a achar o produto rapidamente? Se sim, dê a nota 9 ou 10. Se os resultados forem parcialmente bons, dê a nota 7 ou 8. Se os resultados forem predominantemente ruins, dê uma nota de 0 a 6. Some tudo, e veja como seu site está de acordo com a tabela a baixo:

table1

Conclusão
Estes testes servem para você detectar problemas básicos na busca e navegação em seu e-commerce.

Uma vez corrigidos estes problemas você pode partir para uma análise mais profunda da relevância de seus resultados utilizando os dados do ‘analytics’ de seu site. Por exemplo, após uma busca, o usuário clica em um dos produtos na primeira página ou navega em categorias? Se sim, isto é uma boa indicação. Se a busca é refeita imediatamente, quer dizer que o usuário não gostou dos resultados iniciais e está dando uma nova chance para o e-commerce retornar algo que ele queira. Você pode estar certo que isso não irá acontecer muitas vezes. Após uma ou duas vezes sem achar o produto desejado, o usuário vai para seu competidor.

Você vai deixar isso acontecer, ou vai começar a realmente se preocupar com a qualidade da busca e navegação em seu site?


Fonte: EcommerceBrasil

Pesquisa demonstra como aumentar o alcance orgânico no Facebook

Pesquisa demonstra como aumentar o alcance orgânico no Facebook

Uma pesquisa realizada por alunos da ESPM investigou a relação entre a atenção dos usuários e o alcance orgânico das mensagens no Facebook. Notou-se que o usuário nem sempre está prestando atenção na peça que está visualizando na página da mídia social. Os alunos cruzaram as informações coletadas pelo eye-tracking, dispositivo que consegue perceber exatamente para onde o usuário está focando o seu olhar na imagem da tela com os dados dos exames de eletroencefalograma (EEG), que monitoram a atividade cerebral das pessoas.

A pesquisa demonstrou que publicar mais vezes ao dia, não aumenta o alcance orgânico no Facebook, que é o número de pessoas que recebem a mensagem em suas timelines sem o pagamento de publicidade. A pesquisa também buscou analisar quais fatores impactam o alcance orgânico. Eles estudaram aspectos relacionados a forma da mensagem e seu conteúdo. O estudo do alcance orgânico tem chamado a atenção ultimamente, devido a alterações feitas no algoritmo do Facebook para mostrar posts na timeline. As alterações tornaram mais difícil as empresas conseguiram visibilidade através do alcance orgânico, tendo que pagar para garantir que as pessoas verão as suas mensagens.

A pesquisa mostrou evidências de que mensagens envolvendo ação promocional com ganho imediato foram as que mais atraíram a atenção dos usuários e possuem uma alta correlação com o alcance orgânico, atingindo um valor de 0,85 numa escala que vai de 0 a 1.

O projeto foi realizada por dois alunos do curso de administração, Filipe Pohlmann Gonzaga e Natan Chini para elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso, sob a orientação do professor Dr. Claudio Oliveira. O estudo foi apresentado em banca da qual participaram, além do orientador, o professor da ESPM Gustavo Mirapalheta, especialista em modelagem estatística, e da professora Angela Valle, pesquisadora do laboratório de Neurociência da Faculdade de Medicina da USP. O objetivo dos alunos era entender como as empresas podem aperfeiçoar os investimentos de mídia no Facebook utilizando a neurociência. Na pesquisa, o alcance orgânico das mensagens institucionais, promocionais, de relacionamento e publicitárias da página de um grande banco foi analisado diariamente por um mês. Para eliminar possíveis erros, foram realizados testes piloto tanto com o eye-tracking, quanto com a eletroencefalograma.

Os exames de eletroencefalograma foram acompanhadas por um médico especializado em neurologia. Ao final dos testes com o eye-tracking e do eletroencefalograma foi aplicado um questionário. O eletroencefalograma demonstrou que é possível medir a atenção durante um processo cognitivo de observar imagens ou textos, através da presença de ritmos alfa nos lobos occipital e parietal, e além disso, a atenção não se dá pela leitura de todo o contexto e sim por objetos textuais ou pontos das imagens que se destacam na atenção do indivíduo.

O estudo abre a possibilidade da aplicação da neurociência na melhoria da comunicação com o consumidor final. Podendo ser aplicado não apenas nos posts do Facebook, mas também em campanhas para outros meios e na pesquisa e desenvolvimento de novos produtos. Espera-se também que a disseminação de dispositivos que monitoram dados biométricos de seus usuários como óculos, relógios e tênis conectados, a chamada Internet das coisas, impulsione este tipo de pesquisa.


Fonte: EcommerceBrasil

Jovens consomem 15 horas semanais de conteúdo de mídia

Jovens consomem 15 horas semanais de conteúdo de mídia

Um levantamento da PwC mostra que os jovens entre 8 e 18 anos passam, em média, 15 horas semanais consumindo conteúdo de mídia. O consumo aumenta conforme as crianças vão ficando mais velhas – o tempo gasto é o mesmo entre meninos em meninas. Ao contrário do que se pensa, TVs tradicionais e notebooks ainda são os aparelhos mais usados pelos jovens para consumir mídia, superando os smartphones.

“Apesar da pesquisa ter sido feita nos Estados Unidos, os aspectos revelados podem ser considerados para definir estratégias de atuação das empresas que atendem a esse público no Brasil”, diz Estela Vieira, sócia da PwC Brasil.

A pesquisa traz outras informações importantes, entre elas: Como se dá o engajamento dos jovens com determinados conteúdos específicos? Qual sua influência nas escolhas das mídias e entretenimento da família? Como descobrem novos conteúdos? E qual o conhecimento deles em relação às marcas e plataformas de entretenimento?

Para o estudo, realizado entre maio e junho de 2015, foram entrevistadas 511 pessoas entre 08 e 18 anos nos Estados Unidos. Dessas, 51% são do sexo feminino e 49% masculino. Da amostra, 31% têm entre oito e 11 anos, 33% possuem entre 12 e 14 anos e 36% estão na faixa etária de 15 a 18 anos.


Fonte: EcommerceBrasil

Do e-mail marketing para o e-mail talk

Do e-mail marketing para o e-mail talk

A pessoa é torcedora fanática do São Paulo, mas recebe por e-mail ofertas com camisas do Corinthians. Ela também procura preços de violão na Internet, só que é bombardeada com promoções de baterias.

As duas situações chegam a ser cômicas, porém são frequentes no comércio eletrônico nacional. Estas frustrações exemplificam como o e-mail marketing, tradicional ferramenta para alcançar o consumidor virtual, ainda peca na hora de considerar iguais, usuários totalmente diferentes. É preciso ir além, passar para o ‘e-mail talk’ e conversar individualmente com os clientes.

Mesmo com o advento das mídias sociais, o e-mail marketing consiste no principal meio de comunicação e vendas para o ambiente digital. Uma pesquisa da consultoria McKinsey & Company mostra que uma campanha por meio deste canal tem uma eficácia 40 vezes maior à somatória de seguidores, curtidas e compartilhamentos no Twitter, Facebook e Google+, três das principais redes sociais do mundo.

Entretanto, ainda persiste a visão de que este recurso é uma mera extensão da mala direta, propaganda enviada pelos Correios e muito popular nos anos 80 e 90. Para muitas companhias, o único objetivo é vender – talvez apenas disparando uma enorme quantidade de e-mails.

Esta meta está na contramão do momento vivido pelo consumidor. Com as novas tecnologias, ele não se comporta mais de forma passiva e ignora anúncios que não estejam adequados aos seus gostos e preferências.

Para atendê-lo, é preciso apostar em dados comportamentais. Hoje, a segmentação realizada apenas com informações básicas, como idade, gênero e região, não funciona. Por mais que as pessoas dividam a comunidade, a condição financeira e até mesmo a carga genética (como, por exemplo, irmãos gêmeos), elas se interessam por temas diferentes, como futebol, música, moda, entre outros. Não adianta mais apelar para o “achismo” e presumir que uma mulher não goste de futebol, por exemplo.

A conversa pelo e-mail deve ser apenas uma das formas de impactar o público-alvo na web. O “omnichannel” já é uma realidade e esta filosofia precisa estar inserida dentro das companhias. Não importa como ou em qual lugar a marca está conversando com os clientes, desde que essa conversa seja justamente com a pessoa interessada nos produtos ou serviços disponibilizados.

A implementação deste conceito exige preparação e planejamento. O Censo de E-mail Marketing, produzido pela Econsultancy com empresas norte-americanas, mostra que apenas dois em cada dez profissionais utilizam informações sobre o comportamento do consumidor para segmentar de forma assertiva a base de contatos. Não faltam tecnologias e conteúdos para manter uma conversa individual com os usuários.


Fonte: EcommerceBrasil

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Nova notificação do Google Maps sugere upload de fotos de comida

Nova notificação do Google Maps sugere upload de fotos de comida





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